Parece aplicativo, tem ícone, e continua sendo o site
Os navegadores permitem criar um atalho na tela inicial que abre um site em tela cheia, sem barra de endereço. O resultado se parece muito com um aplicativo instalado — e é frequentemente descrito como se fosse. Tecnicamente não é: nada foi instalado, nenhuma permissão do sistema foi concedida, e o conteúdo continua vindo do mesmo endereço de sempre.
O que o atalho é e o que não é
Os três primeiros pontos são as características; o quarto é o cuidado que ele exige.
É um endereço com aparência de aplicativo
O ícone abre o navegador em modo de tela cheia apontando para um endereço fixo. Não há programa novo rodando no aparelho.
Não pede permissões do sistema
Continua sujeito às regras do navegador, que são mais restritivas que as de um aplicativo instalado. Do ponto de vista de risco, isso é uma vantagem.
Atualiza sozinho, porque é o site
Não existe versão desatualizada de um atalho: ele carrega o que estiver no ar naquele momento. Também não aparece na lista de aplicativos instalados.
O cuidado: a barra de endereço some
Sem ela você deixa de ver para onde o ícone aponta a cada abertura. Se o atalho foi criado a partir de um endereço errado, o erro se repete todo dia sem sinal visível.
Perguntas que chegam até nós
O atalho consome espaço no telefone?
Praticamente nada, porque guarda apenas o endereço e o ícone. Dados de navegação continuam sendo do navegador.
Dá para receber notificações por ele?
Depende do navegador e exige permissão explícita sua. É um recurso da web e pode ser revogado nas configurações do navegador a qualquer momento.
Como confiro para onde meu atalho aponta?
Abrindo o mesmo endereço no navegador comum, com a barra visível, e comparando com o oficial. Se houver diferença, apague o atalho e crie outro.